O Quebra-Nozes - E.T.A. Hoffmann/Alexandre Dumas
- Gislaine Molizane

- 5 de jan. de 2019
- 2 min de leitura

Nota: 4,5/5
Editora: Zahar
"Com a movimentação dos hussardos de Fritz, que tinham estado junto à árvore prontos para desfilar, aparecera um homenzinho extraordinário, que permanecera ali imóvel e modesto, como se estivesse esperando pela sua vez." - P.225
É véspera de natal, Marie (sete anos e meio) e Fritz (nove anos) esperam ansiosos pelos presentes e em descobrir qual será a invenção que seu padrinho Drosselmeier irá trazer, já que ele era um relojoeiro e inventor. Mas o que realmente chama a atenção de Marie é um bonequinho de madeira na árvore de natal, não muito simpático mas de boa utilidade, era um quebra-nozes, o brinquedo seria dela e de seu irmão. Marie se apega ao seu mais novo amigo, com todo cuidado para não estragá-lo, ela selecionava as nozes menores, até que Fritz ao contrário dela, queria ver a capacidade do brinquedo com as nozes maiores, o que resultou em dentes quebrados do quebra-nozes. Então, Marie passa a cuidá-lo com maior zelo, acomodando-o no armário de brinquedos. E à meia-noite, coisas estranhas começam a acontecer, e sob ordens do Quebra-Nozes, os brinquedos começam uma batalha.
O Quebra-nozes foi o último livro que li em 2018, foi minha leitura de natal. Uma leitura cheia de emoções, imaginação e magia. Essa edição da Zahar contém duas versões desse clássico infantil, a versão original "O Quebra Nozes e o rei dos camundongos" do alemão E.T.A. Hoffmann, publicado pela primeira vez em 1816, na qual tem uma visão um pouco mais sombria desse romance natalino e vários elementos típicos da cultura alemã. Já a outra versão, "História de um Quebra-Nozes" do francês Alexandre Dumas, que é a mais conhecida, foi publicada em 1844 e inspirou o famoso Ballet de Tchaikovsky, ele recria a história de Hoffmann de forma menos sombria, e um detalhe que em várias partes ele explica a diferença cultural entre Alemanha e França, como por ex. a troca de presentes que era tradição na Alemanha na véspera do natal, e que era diferente da cultura francesa. Embora não tenha grandes diferenças entre as duas versões, eu me identifiquei mais com a escrita original de Hoffmann.











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